A ofensa é uma das feridas mais profundas da alma. Queima por dentro, rouba a paz, envenena as memórias mais luminosas. Podemos carregá-la durante anos, como um espinho, e parece impossível extraí-la. Um nó na garganta, punhos cerrados só de pensar no ofensor, a repetição incessante da situação na cabeça — tudo isto é familiar a cada um de nós.